Transportar água em recipiente é um costume milenar. Desde o Egito Antigo, pessoas utilizavam pele de animais, vasos de argila ou cerâmica para levar água de um canto para outro, em especial em viagens de longas distâncias. Sem dúvida, o uso de garrafas reutilizáveis facilita a hidratação, além de ser uma prática sustentável. Porém, se não houver os cuidados necessários, esses objetivos podem servir de fontes para transmitir agentes infecciosos – como fungos, vírus e bactérias – e prejudicar a saúde. O médico infectologista Robson Reis explicou o que pode acontecer quando uma garrafa não é lavada da maneira ideal. ” Se essas garrafas não forem higienizadas da forma correta, seja por uma ação mecânica, seja por produtos corretos de higienização, ou até mesmo com uma frequência ideal, pode ocorrer um acúmulo de micro-organismos ali, principalmente bactérias e fungos, em algumas situações até vírus, e formar o biofilme. Biolfime é um conjunto de bactérias, de fungos, que acabam ficando em determinado local e criando uma espécie de membrana que protege da ação de uma higienização mais simples”. O infectologista também explicou como as garrafas devem ser lavadas para evitar que virem transmissoras de possíveis doenças. “A higienização pode ser feita com ação mecânica, podendo utilizar escovas nas paredes das garrafas, isso é extremamente importante, e usar detergente neutro. Se tiver bico, canudo, borrachas de vedação, devem ser retirados e limos. Idealmente uma vez na semana, fazer uma limpeza mais rigorosa. Desmontar a garrafa e deixar imersa em um período de 15 a 30 minutos em água sanitária, a média é de uma colher de sopa para um litro de água”.

Especialista destaca os perigos invisíveis da falta de higienização do objeto

Transportar água em recipiente é um costume milenar. Desde o Egito Antigo, pessoas utilizavam pele de animais, vasos de argila ou cerâmica para levar água de um canto para outro, em especial em viagens de longas distâncias. Sem dúvida, o uso de garrafas reutilizáveis facilita a hidratação, além de ser uma prática sustentável. Porém, se não houver os cuidados necessários, esses objetivos podem servir de fontes para transmitir agentes infecciosos – como fungos, vírus e bactérias – e prejudicar a saúde.

O médico infectologista Robson Reis explicou o que pode acontecer quando uma garrafa não é lavada da maneira ideal. ” Se essas garrafas não forem higienizadas da forma correta, seja por uma ação mecânica, seja por produtos corretos de higienização, ou até mesmo com uma frequência ideal, pode ocorrer um acúmulo de micro-organismos ali, principalmente bactérias e fungos, em algumas situações até vírus, e formar o biofilme. Biolfime é um conjunto de bactérias, de fungos, que acabam ficando em determinado local e criando uma espécie de membrana que protege da ação de uma higienização mais simples”.
O infectologista também explicou como as garrafas devem ser lavadas para evitar que virem transmissoras de possíveis doenças. “A higienização pode ser feita com ação mecânica, podendo utilizar escovas nas paredes das garrafas, isso é extremamente importante, e usar detergente neutro. Se tiver bico, canudo, borrachas de vedação, devem ser retirados e limos. Idealmente uma vez na semana, fazer uma limpeza mais rigorosa. Desmontar a garrafa e deixar imersa em um período de 15 a 30 minutos em água sanitária, a média é de uma colher de sopa para um litro de água”. 

Doenças

Bactérias e fungos podem provocar doenças

O acúmulo de bactérias e fungos pode provocar doenças. O médico ressaltou quais patologias podem afetar a saúde.

Materiais ideais

De acordo com o doutor Robson, os melhores materiais são vidro, aço inox e plástico livre de BPA (Bisfenol A, um composto químico usado na produção de plásticos (policarbonato) e resinas epóxi). Prém, mesmo com o material adequado, a atenção e a limpeza do objeto devem continuar.

Mesmo com o material ideal é importante lavar a garrafa de forma correta

“Com o passar do tempo, esse inox pode vir a perder suas propriedades, principalmente tendo rachaduras, fissuras e aí virar meio de contaminação. As garrafas livres de BPA também são muito utilizadas, mas a atenção deve ser maior ainda, pois o plástico, com maior frequência, acaba ressecando e criando microfissuras, fazendo com que os agentes infecciosos possam ficar depositados nesses locais”, finalizou o médico.

 

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