Câmara autoriza uso de detectores de metais nas escolas municipais de Feira de Santana; desafio agora é cumprir a lei

Para Edvaldo Lima, os detectores de metais devem garantir mais segurança nas escolas para toda a comunidade escolar.

Foi promulgado na manhã desta terça-feira (7) o projeto de lei que autoriza o uso de detectores de metais nas escolas municipais de Feira de Santana.
De autoria do vereador Edvaldo Lima, o PL nº 4.416/2026 foi promulgado pelo presidente da Câmara, Marcos Lima, após perder o prazo para ser sancionado pelo prefeito José Ronaldo.
Para Edvaldo Lima, os detectores de metais devem garantir mais segurança nas escolas para toda a comunidade escolar. Agora, com a aprovação, o edil pretende cobrar as autoridades para que a lei seja cumprida.
“Agora é a lei. Agora ela dá segurança para os docentes, para os professores trabalharem com tranquilidade, para os alunos estudarem com tranquilidade. Buscarei tanto o secretário de Educação quanto o prefeito, para que eles possam fazer cumprir a lei.”
A decisão ainda deve ser publicada no Diário Oficial do Município, mas Lima já adianta que deve ocorrer um prazo para que o serviço seja implementado nas escolas.

Câmara autoriza uso de detectores de metais nas escolas municipais de Feira de Santana; desafio agora é cumprir a lei

“A educação precisa de segurança, não só a educação, como em outras modalidades, como na questão de unidade de saúde, onde os médicos também prestam serviço. Espero que essa lei seja bem recebida pelo município e imediatamente se busque trabalhar a implementação. A lei determina tanto guardas municipais, que podem fazer essa segurança, quanto também o município fazer contratação de agentes de segurança com qualificação. A lei determina bem isso, para que se possa utilizar o detector de metais nas portas das escolas, para dar segurança tanto ao aluno quanto também para os professores”, reforçou.
Aprovado pela maioria da Casa, em setembro de 2025, em segunda discussão, a proposta foi recebida com certa resistência pelo secretário de Educação, Pablo Roberto. Na época, o gestor afirmou que não estava nos planos da Seduc implementar o serviço nos próximos anos, já que não haveria espaço no orçamento para custear o investimento.
“A educação precisa de segurança, não só a educação, como em outras modalidades, como na questão de unidade de saúde, onde os médicos também prestam serviço. Espero que essa lei seja bem recebida pelo município e imediatamente se busque trabalhar a implementação. A lei determina tanto guardas municipais, que podem fazer essa segurança, quanto também o município fazer contratação de agentes de segurança com qualificação. A lei determina bem isso, para que se possa utilizar o detector de metais nas portas das escolas, para dar segurança tanto ao aluno quanto também para os professores”, reforçou.
Aprovado pela maioria da Casa, em setembro de 2025, em segunda discussão, a proposta foi recebida com certa resistência pelo secretário de Educação, Pablo Roberto. Na época, o gestor afirmou que não estava nos planos da Seduc implementar o serviço nos próximos anos, já que não haveria espaço no orçamento para custear o investimento.

 

Fonte Acorda Cidade
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