“O povo vai morrer aqui a migué”: moradora critica atendimento no hospital municipal de Teofilândia

Segundo ela, uma parente de 63 anos, precisou buscar atendimento na unidade por três vezes, mas não teve ficha médica registrada durante os atendimentos o que dificultou o acompanhamento do plantonistas.

A moradora de Teofilândia, Jane Bispo, de 43 anos, usou as redes sociais na noite do último domingo (24/05) para denunciar o atendimento prestado no Hospital Municipal Waldemar Ferreira de Araújo. Segundo ela, uma parente de 63 anos, identificada como dona Nice, precisou buscar atendimento na unidade por três vezes, mas não teve ficha médica registrada durante os atendimentos.
De acordo com o relato publicado por Jane, a ausência da ficha teria dificultado o acompanhamento do caso pela equipe médica. Ela afirma que os profissionais não sabiam quais medicamentos já haviam sido administrados anteriormente, o que teria provocado mudanças na medicação da paciente durante os retornos ao hospital.
Indignada com a situação, Jane fez um apelo para que haja mais atenção e cuidado com os pacientes atendidos na unidade de saúde. Em um trecho do desabafo publicado nas redes sociais, ela chegou a alertar outras pessoas para tomarem cuidado com o hospital, afirmando que “o povo pode morrer aqui a migué”, expressão usada por ela ao comentar o caso.
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