Em um centro de saúde avançado. na cidade de Macaúbas, um bebê lutava contra uma cardiopatia congênita grave diagnosticada poucas horas após o seu nascimento.
Bryan nasceu no dia 6 de abril, no Hospital Municipal de Macaúbas. Com apenas 28 horas de vida, o diagnóstico severo exigiu que ele fosse entubado e transferido para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal em Vitória da Conquista. No entanto, a unidade não possuía o suporte necessário para a cirurgia cardíaca que salvaria sua vida, dependendo de uma regulação da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) para um hospital especializado.
Ao site Achei Sudoeste, a tia do bebê, Sheila Rocha Figueiredo, desabafou sobre a angústia da família e a falha no sistema público de saúde. “Aguardando essa regulação, meu sobrinho foi mais uma vítima do sistema. Infelizmente se tornou uma estatística. Ele veio a óbito”, lamentou. Segundo a família, o estado de Bryan era delicado e a urgência da cirurgia era reforçada diariamente, sem que a vaga surgisse a tempo.
O caso de Bryan volta a acender o debate sobre a demora nas transferências hospitalares geridas pelo Estado. Enquanto a vaga não chegava, o quadro clínico do recém-nascido se deteriorou até o limite. O corpo do bebê será levado para Macaúbas, sua terra natal, onde ocorrem o velório e o sepultamento nesta segunda-feira (27)
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