Mulher teve atendimento negado em UPA de Salvador

Um homem relatou ter enfrentado dificuldades para conseguir atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) localizada ao lado do Hospital Roberto Santos, em Salvador, no último domingo (26/04).
De acordo com o relato, ele procurou a unidade acompanhado da esposa e da filha, uma criança de dois anos que apresentava episódios de vômito durante a madrugada. Segundo o denunciante, a criança foi atendida normalmente por um pediatra, mas a esposa teria tido o atendimento negado sob a justificativa de que a unidade estaria atendendo apenas casos de urgência.
Ele afirma que situações semelhantes são recorrentes. “Toda vez que eu vou na UPA do Roberto Santos, eu nunca consigo atendimento. Sempre eles falam que está superlotado, que está com restrição”, relatou.
Ainda segundo ele, durante a permanência no local, outras pessoas também teriam sido orientadas a deixar a unidade sem atendimento. O Rapaz cita, inclusive, o caso de uma paciente em cadeira de rodas que, inicialmente, também teria sido informada sobre a suspensão dos atendimentos. Ele afirma que, após começar a filmar a situação, funcionários teriam solicitado o documento da paciente.
Segundo o denunciante, uma assistente social da unidade teria informado que a emergência estava cheia. No entanto, ele afirma que pessoas que estavam dentro da UPA teriam dito que o local não estava com lotação elevada.
O denunciante classifica a situação como “um absurdo” e questiona a recorrente alegação de superlotação na unidade.
O homem relata que permaneceu cerca de quatro horas no local sem conseguir atendimento para a esposa. Diante da situação, decidiu buscar assistência em outra unidade, a UPA do bairro do Imbuí, na região do Marback.
A reportagem tentou contato com a Secretaria Municipal de Saúde e aguarda um posicionamento.

 

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